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sábado, 1 de dezembro de 2007

DIÁRIO DE UM EMPREENDEDOR

DIÁRIO DE UM EMPREENDEDOR
“ANÁLISE ECONÔMICA E FINANCEIRA EMPRESARIAL”
PROFESSOR DR. WAGNER LUIZ MARQUES
ASSUNTO I
DIÁRIO DE UM EMPREENDEDOR
O empreendedor:
· Não pode ser ditador;
· Não pode ser paternalista com a equipe de direção, todos devem atuar em espírito de equipe;
· Deve acompanhar as mudanças mercadológicas juntamente com a tecnologia e aceitar mudanças;
· Deve agir racionalmente no momento de realizar a direção perante seus colaboradores, irracionais nas atitudes de tomada de decisão, sabendo que o objetivo geral é alcançar a lucratividade do empreendimento, unido ao fator racional no relacionamento e conduta perante todo o quadro funcional da organização;
· Necessita se utilizar da experiência para alcançar melhores resultados;
· Precisa valorizar a família;
· Deve proporcionar lazer para a sociedade;
· Deve proporcionar crescimento do país;
· Necessita contribuir com PIB (Produto Interno Bruto) do país;
· Necessita investir em tecnologia sustentável para o país;
· Deve preocupar-se com o seu semelhante;
· Necessita aproveitar as oportunidades;
· Considerado bom, não é aquele que consegue vultosos faturamentos, mas sim aquele que sabe realizar bons investimentos, planejar adequadamente seus gastos, investir bem na sua equipe de colaboradores;
· Deve ser humilde, modesto e atencioso para todas as informações;
· Não pode perder as oportunidades e aproveitar bem quando surgir;
· Deve saber se relacionar e ser accessível ao relacionamento;
· Deve trabalhar com custo reduzido e não explorar no preço de seus produtos ou serviços.
· Deve trabalhar com produtos de qualidade;
· Necessita tirar da mente que marketing é gasto, mas sim investimento, pois é o que faz conhecer o seu empreendimento;
· Deve trabalhar com estoque reduzido e saber comprar para não perder com custo de estocagem ou deterioração dos produtos;
· Necessita saber ser contador gerencial e não simplesmente tributário, porque sabendo administrar a empresa saberá reduzir sua carga tributária trabalhando dentro da lei que o ampara;
· Deve avaliar detalhadamente a qualidade do atendimento;
· É apto para aceitar implantação de novos projetos e aceitar a continuação dos mesmos;
· Deve saber ouvir aos seus subordinados, avaliar as informações e colocar em ação se for satisfatório;
· Deve saber se comunicar para realizar boas negociações e se relacionar na sociedade;
· Deve participar da sociedade de forma ativa, mas não se expor. A participação leva ao marketing da empresa e desenvolve um laço de amizade desde que se utilize de maneira correta sem denegrir sua imagem;
· Deve influenciar sua família a participar da sociedade, mas não expor o empreendimento;
· Pode e deve visitar feiras, exposições, congressos de sua área para acompanhar as tendências e a modernização de mercado se possível realizar novos investimentos;
· Deve ter sua empresa estruturada na forma integrada no sistema de informação gerencial para controlar adequadamente resultados econômicos da empresa;
· Deve ser conservador nos momentos de incerteza do mercado;
· Deve honrar com as obrigações perante os fornecedores;
· Deve saber administrar a sua própria vida;
· Precisa se preparar para enfrentar a concorrência, os inimigos, enfim todos que querem que não dê certo o seu empreendimento;
· Deve ser educado, buscar conhecimento em cursos profissionalizante, palestras, convenções e universidades;
· Deve estar de bem fisicamente para estar disposto nas ações do dia-a-dia;
· Deve estar bem psicologicamente, familiarmente e espiritualmente;
· Não pode discriminar as pessoas;
· Deve estabelecer união entre sua equipe de colaboradores;
· Deve proporcionar para sua equipe profissional estimulados para a busca de perda zero no ambiente empresarial, quebra zero nos equipamento empresariais, através de incentivo, benefícios e união entre toda equipe de colaboradores;
· Proporcionar aos colaboradores programa na participação dos resultados;
· Não deve ter medo de identificar a política econômica e financeira para seus colaboradores. Esta ação demonstra o poder compartilhado entre direção e equipe de funcionários apresentando realmente a situação da empresa;
· Deve respeitar todos os ligados a sua administração, colaboradores, acionistas, clientes, fornecedores, familiares e etc.
· Deve estimular o trabalho em equipe;
· Incentivar os colaboradores a estar unido com seus familiares, liberando para as festividades em épocas especiais, nas escolas, acompanhamento dos filhos nas consultas médicas por algum número de dias no ano;
· Deve servir a sociedade;
· Deve pulsar nas veias o sangue humanitário;
· Valorizar seu colaborador proporcionando oportunidades de crescimento investido pela empresa e planos de cargos e salários para seus funcionários;
· Necessita conhecer e agir adequadamente as diferenças entre valores monetário da empresa o que representam para o proprietário. São as diferenças da pessoa física e jurídica;
· Utilizar os lucros do exercício para reenvestimento da empresa e fazer reservas de dividendos para distribuir aos sócios em período pré-determinado;
· Deve ter calma nas ações para a tomada de decisões.
O empreendedor apropriado para constituir e levar a frente uma empresa deve avaliar e seguir as ações apresentadas, refleti-las e colocar em prática pelo menos cem porcentos de tudo o que foi indicado.
CONCEITO DE EMPREENDEDOR
A dádiva do empreendedor é acreditar no potencial, aproveitar do limite e fazer da vontade alcançar o objetivo desejado. Para isso necessita ser consciente, saber o que pode e consegue lutar para superar as diversidades do tempo, sendo assim o caminho deixará de ser tortuoso e tornará uma reta para chegar ao destino almejado.
Empreendedor é o ser humano que sabe avaliar ao mesmo tempo o racional e o irracional na empresa. O lado racional do empreendedor é porque sobre sua responsabilidade estas muitas pessoas e famílias necessitando do seu sucesso. O lado irracional é que o seu sucesso depende da união de vários fatores que devem ser bem avaliados e também saber transpor o limite da injustiça e da incompreensão humana.
Este profissional deve saber conduzir sua organização seguindo rigorosamente os princípios básicos da administração: Planejamento; Organização; Controle; Previsão e Direção.
· PLANEJAMENTO
A sua própria identificação nominal esclarece que é ação de preparação das etapas para alcançar os objetivos desejados; é a função administrativa que determina quais os objetivos almejados e o que deve ser feito para atingi-los da maneira adequada.
· ORGANIZAÇÃO
Tem como função agrupar e estruturar todos os recursos almejados da melhor forma possível. O objetivo primordial é agregar as pessoas para que estes trabalhem em conjunto e atinja favoravelmente o organismo empresarial.
· CONTROLE
É a função administrativa que consiste em medir e corrigir o desempenho dos subordinados para assegurar que os objetivos da empresa sejam atingidos. A tarefa de controle é verificar se tudo está sendo feito de conformidade e organizado de acordo com as ordens dadas para identificar os erros ou desvios, a fim de corrigi-los e evitar sua repetição.
· PREVISÃO
Ato ou efeito de analisar o futuro da empresa. Averiguar a situação de mercado e identificar como agir e tomar as decisões corretas. Por isso que o empreendedor deve estar atento a médio e longo prazo, pois sua previsão bem definida soluciona muitos problemas futuros.
· DIREÇÃO
Fazer executar as tarefas em termos lógicos, uma empresa precisa ser governada, orientada para alcançar o escopo pretendido. A direção tem como função na administração conduzir e coordenar o pessoal na execução das atividades planejadas e organizadas, orientar e coordenar o trabalho dos subordinados. Na realidade, dirigir significa interpretar os objetivos e os planos para os outros e dar instruções sobre como executá-los. Trata-se de atuar diretamente sobre pessoas para conseguir que executem as suas atividades. A importância da direção está em que nada adianta um bom planejamento e uma boa organização se as pessoas trabalham sem uma orientação e coordenação adequada.
Estas ações principais da administração proporcionam o bom direcionamento do trabalho do empreendedor, mas não basta, necessita mais, ou seja, deve se ter missão, propósito que a empresa exista para atingir sucesso e alcançar lucratividade.
· MISSÃO
Missão é o motivo de existir a empresa, concentrar todos os valores em termos de atuação, tradição, filosofia e valorização do nome instituído a empresa.
· VISÃO
É outro fator importante para o empreendedor, é estabelecer metas que quer chegar a perspectiva de futuro. A visão proporciona atitudes lógicas para a tomada de decisão, porque os escopos se tornam claros e fáceis de ser interpretados.
A visão e a missão precisam ser claramente definidas para que possam ser compartilhada por todos na organização. Estas ações proporcionarão para todos traçar um planejamento estratégico e alcançar os desejos traçados na mente e, sobretudo na vida do empreendedor.
Portanto, empreendedor é a constituição total do ser humano em relação a sua vida pessoal, profissional e histórica, reconhecendo a conduta compassiva e verdadeira perante o seu próximo. Não desprezando a ousadia e a busca constante de atingir o sucesso que é o resultado das ações praticadas no dia-a-dia do desenvolvimento humano.
TRANSFORMAÇÃO DO EMPREENDEDOR
Todo empreendedor necessita seguir a sua experiência, ele não deve procurar aventuras organizacionais no inicio de sua vida empresarial. Depois de estabelecido, estabilizado pode caminhar para os diversos mundos do empreendedorismo.
Portanto o empreendedor deve ser uma excelente pessoa e aceitar tudo de inovação que possa existir no mercado empresarial seguindo o conhecimento de cada capítulo que será apresentado a seguir.
Antes de iniciar os estudos empreendedores no mercado econômico financeiro empresarial, o profissional da área deve avaliar esta mensagem para refletir nas suas tomadas de decisões:
Se parássemos de encarar a vida e as pessoas como um jogo e milhões de adversários, muito provavelmente sofreríamos menos, compreenderíamos mais os problemas alheios e encontraríamos muito mais conforto no abraço de cada um.
Mas infelizmente, nos enxergamos como rivais, como se estivéssemos em busca de um tesouro tão pequeno que só poderia fazer vitorioso a uma única pessoa.
Ledo engano: o maior prêmio de nossa existência está na capacidade de compartilharmos a vida!
Estamos todos no mesmo barco!
Devemos experimentar:
Acolher ao invés de julgar,
Perdoar ao invés de acusar
Compreender ao invés de revidar!
É difícil, sem dúvida! Mas é possível e extremamente gratificante.
A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa, muito mais valiosa.
A EQUIPE FAZ A FORÇA
A equipe só sobrevive quando todos estiverem empenhados e comprometidos com os resultados, respeitando indistintamente a tudo e a todos.
ASSUNTO 2
CONTABILIDADE GERENCIAL À NECESSIDADE DAS EMPRESAS!
1- INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE GERENCIAL
1.1- CONCEITO DE CONTABILIDADE GERENCIAL
1.2- CARACTERÍSTICAS DA CONTABILIDADE GERENCIAL
1.3- CONTROLE
PARTE I
REGISTROS E CONTROLES DOS FATOS CONTÁBEIS
1- CONCEITO DE CONTABILIDADE
2- POSTULADOS, PRINCÍPIOS GERALMENTE ACEITOS E CONVENÇÕES
3- CONTAS PATRIMONIAIS E DE RESULTADOS
4- ESTÁTICA E DINÂMICA PATRIMONIAL
5- ATOS E FATOS ADMINISTRATIVOS
6- ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL
- FATOS PRÁTICOS DA EMPRESA WLM LTDA.
- DIÁRIO CONTÁBIL
- RAZÃO CONTÁBIL
- BALANCETE DE VERIFICAÇÃO
7- CONTROLE DE ESTOQUE
7.1- OPERAÇÃO COM INVENTÁRIO PERMANENTE E PERIÓDICO
- EXEMPLO PRÁTICOS DA EMPRESA WLM LTDA.
- APURAÇÃO DO CMV OU CPV DA EMPRESA WLM LTDA.
8- ANALISE DE CUSTO
8.1- CUSTOS
- EXEMPLO PRÁTICOS DA EMPRESA WLM LTDA.
8.2- DEPARTAMENTALIZAÇÃO DO CUSTO
8.3- DISTRIBUIÇÃO DOS CUSTOS DOS DEPARTAMENTOS DE SERVIÇOS
8.4- RATEIO DOS CUSTOS INDIRETOS DOS DEPARTAMENTOS DE SERVIÇOS
9- DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
PARTE II
TOMADAS DE DECISÕES GERENCIAIS
1- FORMULAS /ANALISES P/ FORMAÇÃO DE PREÇO E CONCORRÊNCIA NO MERCADO
- EXEMPLO PRÁTICOS DA EMPRESA WLM LTDA.
2- PONTO DE EQUILÍBRIO, MARGEM CONTRIBUIÇÃO, TAXAS RETORNO E LUCRO
3- ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
3.1- ANALISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS POR QUOCIENTES
3.2- SISTEMA DU PONT DE ANALISE FINANCEIRA
- EXEMPLO PRÁTICOS DA EMPRESA WLM LTDA.
3.3- ANALISE VERTICAL E HORIZONTAL DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
- EXEMPLO PRÁTICOS DA EMPRESA WLM LTDA.
4- CAPITAL DE GIRO
- EXEMPLO PRÁTICOS DA EMPRESA WLM LTDA.
PARTE III
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES PARA CONTABILIDADE GERENCIAL
1- OPERAÇÕES FINANCEIRAS
2- OPERAÇÕES DO ATIVO PERMANENTE
2.1- DEPRECIAÇÃO/AMORTIZAÇÃO/EXAUSTÃO
2.2- BAIXA DO ATIVO PERMANENTE
3- OPERAÇÕES COM PESSOAL
4- OPERAÇÕES DE ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO
4.1- ENCERRAMENTO DAS CONTAS DE RESULTADO
4.2- PROVISÃO DOS IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE O LUCRO
4.3- VARIAÇÃO PATRIMONIAL
5- MODELO DE PLANO DE CONTAS
6- SISTEMA DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS
7- PROCESSO ADMINISTRATIVO
7.1- PLANEJAMENTO ADMINISTRATIVO
7.2-ORÇAMENTO
7.3- ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
7.4- ORGANOGRAMA
7.5- DIREÇÃO ADMINISTRATIVA
7.6- COORDENAÇÃO
8- ANÁLISES
8.1- GERENCIAMENTO CONTÁBIL SETORIAL OU ANALISE SETORIAL
9- PROVISÃO E PREVISÃO CONTÁBIL
10- REALIZÁVEL E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO CONTABILMENTE
ASSUNTO 3
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA PARA EMPRESA: A ESTRATÉGIA REAL PARA O CRESCIMENTO
PARTE I - A FUNÇÃO FINANCEIRA NA EMPRESA
PARTE II – CONTROLES FINANCEIROS
PARTE III – ANÁLISE FINANCEIRA
PARTE IV – INVESTIMENTO
PARTE V – PROJETAR O FLUXO DE CAIXA
PARTE VI – FLUXO DE CAIXA
PARTE VII – ANÁLISE DOS RESULTADOS DO FLUXO DE CAIXA
PARTE VIII – A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO
PARTE IX – ANÁLISE DOS FATORES EXTERNOS
PARTE X – FATORES INTERNOS DA EMPRESA
PARTE XI – ANÁLISE DOS CUSTOS
XII – ESTRUTURA GERENCIAL DE RESULTADO
PARTE XIII – ANÁLISE DE SENSIBILIDADE
PARTE XIV – INDICADORES DE AVALIAÇÃO E DESEMPENHO
PARTE XV - MÉTODOS DE ANÁLISE DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
PARTE XVI - IDENTIFICAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
PARTE XVII – MERCADO DE VALORES – CVM (CONSELHO DE VALORES MONETÁRIOS)
PARTE XVIII - ANÁLISES GERAIS DO MERCADO FINANCEIRA BRASILEIRO EM INVESTIMENTO
ASSUNTO 4
GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING
CONCEITOS DE MARKETING
OBJETIVOS BÁSICOS DO MARKETING
O QUE É E O QUE NÃO É MARKETING
ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO DO PRODUTO
CONCEITO:
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGIA
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO.
PLANEJAMENTO TÁTICO.
PLANO DE AÇÃO.
FASES PARA DESENVOLVER O PROCESSO DE GESTÃO ESTRATÉGICA
1ª FASE-DELIMITAÇÃO DO NEGÓCIO, FORMULAÇÃO DA VISÃO, DA MISSÃO E O INVENTÁRIO DAS COMPETÊNCIAS DISTINTIVAS.
2ª FASE-ANÁLISE MACROAMBIENTAL.
3ª FASE-ANÁLISE DO AMBIENTE COMPETITIVO E DOS TIPOS DE RELACIONAMENTOS DA ORGANIZAÇÃO.
4ª FASE-ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO.
5ª FASE-VALORES E POLÍTICAS.
6ª FASE-FORMULAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE ESTRATÉGIA.
7ª FASE-DEFINIÇÃO DE OBJETIVOS.
8ª FASE-ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO.
9ª FASE-DEFINIÇÃO DO PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO E CONTROLE.
10ª FASE-FORMULAÇÃO DE UM SISTEMA DE GERENCIAMENTO E RESPONSABILIDADES.
11ª FASE-IMPLANTAÇÃO.
MARKETING SOCIAL
DEFINIÇÕES DE MARKETING SOCIAL
ASSUNTO 5
GESTÃO DE PESSOAS/ ROTINAS TRABALHISTAS
CAPÍTULO I
1.1 FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
1.1.1 As Escolas Administrativas e a Função de Pessoal
1.1.1.1 Análise Global das Escolas Administrativas e a função pessoal
1.1.2 As Fases Evolutivas da Gestão de Pessoal
1.2 CONCEITOS E SUAS VARIÁVEIS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
1.2.1 Conceito de Gestão de Recursos Humanos
1.2.2 Evolução da Administração de Recursos Humanos
1.2.3 Evolução Atualizada do Pensamento de Recursos Humanos
1.3 FUNDAMENTOS DE RECURSOS HUMANOS
1.3.1 Políticas de Recursos Humanos
1.4 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RECURSOS HUMANOS
1.4.1 Ambiente e Clima Organizacional
1.4.1.1 Conceito de Clima Organizacional
1.4.1.2 Avaliação do Clima Organizacional
1.4.1.3 Atuação da Pesquisa de Clima Organizacional
1.4.1.4 Escopo (Alvo) do Programa
1.4.1.4.1 Metodologia
1.4.1.4.1.1 Etapas da Pesquisa
1.4.2 Mercado de RH e Mercado de Trabalho
1.4.2.1 Mercado de RH
1.4.2.2 Mercado de Trabalho
1.4.3 Rotatividade de Pessoal
1.4.4 Absenteísmo
1.4.5 Análise Motivacional para o desempenho de Recursos humanos
1.4.5.1 Motivação
CAPÍTULO II
2 DESENVOLVIMENTO ESTRUTURAL DE RECURSOS HUMANOS
2.1 Estrutura Organizacional
2.1.1 Estrutura Formal
2.1.2 Estrutura Informal
2.1.3 Tipos de Estrutura Organizacional
2.1.3.1 Estrutura Linear
2.1.3.2 Estrutura Funcional
2.1.3.3 Estrutura Staff and Line
2.1.4 Elaboração da Estrutura Organizacional
2.1.5 Componentes da Estrutura Organizacional
2.1.5.1 Sistema de Responsabilidade
2.1.5.2 Sistema de Autoridade
2.1.5.3 Sistema de Comunicação
2.1.5.4 Sistema de Decisão
2.1.6 Níveis de Influência da Estrutura Organizacional
2.1.7 Departamentalização
2.1.8 Tipos de Departamentalização
2.1.9 Organograma
2.1.10 Técnicas Gráficas (Fluxograma)
2.1.11 Arranjo Físico
2.1.12 Organização
2.1.13 Recursos Organizacionais
2.2 RECRUTAMENTO DE PESSOAL
2.2.1 Recrutamento Interno
2.2.2 Recrutamento Externo
2.3 SELEÇÃO DE PESSOAL
2.4 TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL
CAPITULO III
3.1 ADMINISTRAÇÃO DE CARGOS E SALÁRIOS
3.1.1 Programa de Gestão de Cargos e Salários
3.1.1.1 Avaliação e Classificação de Cargos
3.1.2 Administração de Salários
3.1.2.1 Objetivos da Administração Salarial
3.1.2.2 Métodos de Administração Salarial
3.1.3 Análise de Função
3.1.4 Descrição e Análise de Cargos
3.1.5 Política de Cargos e Salários
3.1.6 Planos de Benefícios Sociais
3.2 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
3.3 ROTINAS TRABALHISTAS
3.3.1 Admissão
3.3.2 Encargos
3.3.3 Direitos
3.3.4 Legislação
CAPITULO IV
4.1 HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO
4.1.1 CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
4.2. RELAÇÕES TRABALHISTAS
4.2.1 Política de Relações Trabalhistas
4.2.1.1 Estrutura de benefícios sociais
4.3 TÓPICOS ESPECIAIS E EMERGENTES
4.3.1 Ética
4.3.1.1 Conceito de Ética
4.3.2 Responsabilidade Social
4.3.3 Avaliação 360 Graus
4.3.4 Gestão Ambiental (Influencia da Ecologia e o Meio Ambiente no processo administrativo)
4.3.5 Recolocação e o Processo de Adaptação do mercado
ASSUNTO 6
IMPLANTAÇÃO QUALIDADE TOTAL
I-CERTIFICAÇÃO DA EMPRESA NA FAMÍLIA “ISO”
1-CONHECENDO A ABNT
2-O QUE SIGNIFICA CERTIFICAR O SISTEMA DA QUALIDADE ?
3-BENEFÍCIOS QUE A EMPRESA OBTÉM POR SER CERTIFICADA SEGUNDO AS NORMAS DA FAMÍLIA ISO 9000
4-ESCLARECIMENTOS EM RELAÇÃO À NORMA
5-PROCEDIMENTOS PARA OBTER O CERTIFICADO ISO 9000
6-IDENTIFICAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO
6.1-Certificação
6.2-ABNT como Organismo de Certificação
6.3-Os Certificados que podem ser obtidos são os seguintes
7-ISSO
7.1-ISO 9.000
7.2-ISO 14.000
8-SISTAMA PARA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE NAS EMPRESAS
8.1-GESTÃO PELA QUALIDADE TOTAL
8.2-ISO
8.3-JUST - IN - TIME ( JIT )
8.4-EXPECTATIVAS
8.5-CERTIFICAÇÃO
8.6-INDICADORES DA QUALIDADE
8.7-INDICADORES DE PRODUTIVIDADE
9-NORMAS GARANTEM A QUALIDADE DOS PROCESSOS
9.1-A SÉRIE ISO 9000
9.1.1-ISO 9000
9.1.2-ISO 9001
9.1.3-ISO 9002
9.1.4-ISO 9003
9.1.5-ISO 9004
9.1.6-ISO 9004. 2
10-AUDITORIA DA QUALIDADE
10.1-NORMAS ISO 10000.
10.2-ISO 10011 – 1
10.3-ISO 10011 – 2
10.4-ISO 10011 – 3
11-MANUAL DA QUALIDADE
12-ETAPAS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO
13-FONTE PA CERTIFICAÇÃO: INMETRO
II-QUALIDADE
1-A EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE QUALIDADE
2.A NECESSIDADE DE PADRONIZAÇÃO
3-UTILIZAÇÃO DA QUALIDADE
3.1-QUALIDADE NO ATENDIMENTO
3.2-GLOBALIZAÇÃO UMA NOVA ERA!
3.3-QUALIDADE TOTAL HOJE É SOLUÇÃO!
3.4-A BUSCA DO SABER
3.5-COMO SABERMOS SE EXISTE QUALIDADE NA “CONTABILIDADE”
3.6-QUALIDADE NA POLÍTICA DO HOMEM
3.7-QUALIDADE DE VIDA
III-IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL NA EMPRESA
1.OBJETIVO GERAL NA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL
2.OS RESPONSÁVEIS PELA EFETIVAÇÃO DO PROGRAMA Q. T.
3.O PROGRAMA DA QUALIDADE TOTAL CONTA PARA O DESEMPENHO DE ATIVIDADES ESPECÍFICAS, COM AS SEGUINTES UNIDADES
4.O CONSELHO SUPERIOR DA QUALIDADE TOTAL, É PRESIDIDO PELO
5.DISCRIMINAR OS SETORES QUE FARÃO PARTE DA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL.
6.FUNÇÃO DO COMITÊ NA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL
7.FUNÇÃO DA COMISSÕES DE GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL
8.MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE QUALIDADE TOTAL
9.ROTEIRO PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE QUALIDADE TOTAL
10.ORGANIZAÇÃO DO PROGRAMA
11.ORIENTAÇÃO TÉCNICAS NA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE QUALIDADE TOTAL
12.ESTRATÉGIA DE IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA
13.BASES PARA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL
14.ORIENTAÇÕES BÁSICAS
15.CONCLUSÃO DA QUALIDADE TOTAL
16.IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE QUALIDADE LUA E SOL E OITO I
ASSUNTO 7
IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA OITO “Ss” E SETE “Ss”
PROGRAMAS DE APOIO NA IMPLANTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL
HISTÓRIAS PARA MEMORIZAÇÃO DO OITO “Ss”
1. ABERTURA
A ÚLTIMA CORDA
2. NECESSÁRIO DO DESNECESSÁRIO
3.ORGANIZAR
QUALIDADE TOTAL
4. LIMPEZA
TRABALHAR COM ALEGRIA
5. HIGIENE/PADRONIZAÇÃO
NÃO ESPERE
6. DISCIPLINA
O ALUNO E O AMOR
7. TREINAMENTO
CHEFE CHATO
8. PERDAS:
VAI DESISTIR? PENSE BEM!
9. UNIÃO
LAREIRA
I- IDENTIFICAÇÃO DO OITO “Ss”
1-CONCEITO
2-HISTÓRICO
3-OBJETIVO GERAL
4-OBJETIVOS ESPECÍFICOS
5- COMENTÁRIO DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS
6- DEFINIÇÃO
7- NOVA VERSÃO DOS OITO “Ss”
8- OS OITO “Ss” E A DIGNIDADE HUMANA
9. MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA OITO “Ss”
10- CRIAÇÃO E COMPOSIÇÃO DO COMITÊ PARA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA OITO “Ss”
11- FORMAS PARA SE MONTAR A CARTILHA DO PROGRAMA OITO “SS”
12- PLANILHA DE AVALIAÇÃO
13- A ESTRUTURA DOS SETE "Ss" DE RICHARD PASCALE – NORTE-AMERICANO
ASSUNTO 8
ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
1. FORMAS DE SE MONTAR UM PROJETO
2. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
2.1 INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
2.1.1 COMO DESENVOLVER INICIALMENTE A ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
2.1.2 AS FUNÇÕES ADMINISTRAÇÃO E PRODUÇÃO
2.1.3 ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO ALCANÇA RESULTADOS FAVORÁVEIS
2.1.4 PRODUÇÃO NA EMPRESA
2.1.5 MODELO DE TRANSFORMAÇÃO
2.1.6 PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO (INPUT)
2.1.7 PROCESSO DE ATENDIMENTO (OUTPUTS)
2.1.8 RELACIONAMENTO ENTRE CONSUMIDORES E FORNECEDORES INTERNOS
2.1.9 PROTEÇÃO DA PRODUÇÃO
2.1.10 TIPOS DE OPERAÇÃO DE PRODUÇÃO
2.1.11 ATIVIDADE DA ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
2.2 ORGANIZAÇÃO E DIREÇÃO
2.2.1 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
2.2.2 PRINCÍPIOS BÁSICOS DE ORGANIZAÇÃO
2.2.4 ORGANOGRAMA
2.2.5 PROJETOS DE PROCESSOS NA ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
2.2.6 PAPEL ESTRATÉGICO E OBJETIVOS DA PRODUÇÃO
2.2.6.1 OBJETIVOS DA PRODUÇÃO
2.2.6.1.1 QUALIDADE
2.2.6.1.1.1 QUALIDADE REDUZ CUSTO
2.2.6.1.1.2 QUALIDADE AUMENTA A CONFIABILIDADE
2.2.6.1.2 RAPIDEZ
2.2.6.1.2.1 RAPIDEZ DA OPERAÇÃO INTERNA
2.2.6.1.2.2 RAPIDEZ REDUZ ESTOQUES
2.2.6.1.3 CONFIABILIDADE
2.2.6.1.3.1 CONFIABILIDADE NA OPERAÇÃO INTERNA
2.2.6.1.3.2 CONFIABILIDADE ECONOMIZA TEMPO
2.2.6.1.3.3 CONFIABILIDADE ECONOMIZA DINHEIRO
2.2.6.1.4 FLEXIBILIDADE
2.2.6.1.4.1 FLEXIBILIDADE MAXIMIZA TEMPO
2.2.6.1.4.2 FLEXIBILIDADE MANTÉM CONFIABILIDADE
2.2.6.1.4.3 FLEXIBILIDADE MANTÉM CLIENTES
2.2.6.1.5 CUSTO
2.2.6.1.5.1 O CUSTO É AFETADO POR OUTROS OBJETIVOS DE DESEMPENHO
2.2.6.2 PAPEL ESTRATÉGICO
2.2.6.3 CONTEÚDO E PROCESSO DA ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO
2.2.6.4 CONTEÚDO DA ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO
2.2.6.5 OBJETIVOS DE DESEMPENHO
2.2.6.6 INFLUÊNCIA DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO/SERVIÇOS NOS
OBJETIVOS DE DESEMPENHO
2.2.6.7 ÁREAS DE DECISÃO ESTRATÉGICA DE OPERAÇÕES
2.2.6.8 ESTRATÉGIAS ESTRUTURAIS E INFRA-ESTRUTURAIS
2.2.6.9 ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO INFLUENCIA AS ATIVIDADES
DA GESTÃO DE PRODUÇÃO
2.3 PROJETOS NO GERENCIAMENTO DA PRODUÇÃO:
2.4 PROJETOS EM PRODUÇÃO DE EMPRESAS DE SERVIÇOS
2.5 PROJETOS EM REDE DE PRODUÇÃO PRODUTIVA
2.6 PROJETOS NO PROCESSO TECNOLÓGICO
2.7 PROJETO NO PROCESSO ORGANIZACIONAL DO TRABALHO
2.7.1 DIREÇÃO ADMINISTRATIVA
2.7.2 PRINCÍPIOS BÁSICOS DE DIREÇÃO
2.7.3 DIREÇÃO DEMOCRÁTICA
2.7.4 MOTIVAÇÃO
2.7.5 LÍDER E LIDERANÇA
2.7.6 LIDERANÇA
2.7.7 RELAÇÃO HUMANA AO ATENDIMENTO DO LÍDER PARA SEUS
SUBORDINADOS
2.7.7.1 O QUE É SER LÍDER
2.7.7.2 O BOM LÍDER INICIA COM ELOGIOS
2.7.7.3 O LÍDER INTELIGENTE CHAMA A ATENÇÃO DISCRETAMENTE.
2.7.7.4 COMENTE PRIMEIRAMENTE SEUS ERROS PARA CHAMAR A
ATENÇÃO DO OUTRO
2.7.7.5 FAÇA PERGUNTA EM VEZ DE DAR ORDEM.
2.7.7.6 NÃO ENVERGONHE AS OUTRAS PESSOAS.
2.7.7.7 ELOGIE O MENOR PROGRESSO
2.7.7.8 ATRIBUA TAREFAS PARA SEU GRUPO PARA ELE SE MANTER
ATIVO NO SEU DIA-A-DIA
2.7.7.9 INCENTIVE O CERTO PARA NÃO ACOSTUMAR COM O ERRO.
2.7.7.10 FAÇA ALGUÉM SE SENTIR SATISFEITO.
2.7.7.11 O LÍDER TRABALHA EM CONJUNTO
2.7.7.12 A QUEDA DE UM LÍDER
2.7.7.13 AS DELICIAS DE SER LÍDER
2.7.7.14 O LÍDER SUPERA DESAFIOS
2.7.8 COORDENAÇÃO
2.7.9 SUPERVISÃO
2.7.10 ERGONOMIA
2.7.10.1 PROJETO ERGONÔMICO DO LOCAL DE TRABALHO
2.7.10.2 PROJETO ERGONÔMICO DO AMBIENTE
2.8 FORMA DE SE MONTAR UM PROJETO
2.9 PLANEJAMENTO E CONTROLE
2.9.1 PLANEJAMENTO ADMINISTRATIVO
2.9.1.1 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE PLANEJAMENTO
2.9.2 CONTROLE ADMINISTRATIVO
2.9.2.1 OBJETIVO E IMPORTÂNCIA
2.9.2.2 PROCESSO DE CONTROLE
2.9.3 CAPACIDADE DE ATENDIMENTO
2.9.3.1 MÉTODOS PARA AJUSTAR A CAPACIDADE:
2.9.4 PLANEJAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUE
2.9.4.1 CONTROLES UTILIZADOS PARA O ESTOQUE
2.9.4.2 FINALIDADE DE ESTOCAGEM
2.9.4.3 MÉTODOS DE ESTOQUES
2.9.4.4 PLANEJAMENTO DE ESTOQUE
2.9.4.5 DECISÕES DE ESTOQUE
2.9.4.6 CUSTOS DE ESTOQUES
2.9.4.7 A IMPORTÂNCIA DOS ESTOQUES
2.9.4.8 NÍVEL DE ESTOQUES
2.9.4.9 ESTOQUES MÍNIMOS
2.9.5 PLANEJAMENTO E CONTROLE DAS REDES DE SUPRIMENTO
2.9.6 PLANEJAMENTO E CONTROLE NO SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
2.9.6.1 CONCEITO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO
2.9.6.2 CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA SISTEMA DE INFORMAÇÃO
2.9.7 PLANEJAMENTO E CONTROLE DO TEMPO (JUST IN TIME)
2.9.7.1 NÃO IMPLANTAR O SISTEMA DE TEMPO ACARRETA DESPERDIÇO
2.10 MELHORIAS
2.10.1 PRIORIDADE DE MELHORAMENTOS
2.11 PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO DE FALHAS
2.11.1 FALHA DO SISTEMA
3 LOGÍSTICA
ASSUNTO 9
GESTÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS
CAPITULO I
1.1-SISTEMA DE INFORMAÇÕES
CAPITULO II
2.1 – SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE TRANSAÇÕES
2.2 – SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL
CAPÍTULO III
3.1 – SISTEMA APOIO A DECISÃO
3.2 – TRABALHO DO CONHECIMENTO: SISTEMA PARA ESCRITÓRIO E
CAPÍTULO IV
4.1 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SISTEMA ESPECIALISTA
4.2 TENDÊNCIAS EM SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

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