sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

#PLANEJAMENTO #ORÇAMENTÁRIO E #FAMILIAR

Programe suas finanças, o futuro certo.

Conseguir uma poupança depende de esforço.

Inicialmente reduzir as despesas e abandonar hábitos que só prejudica.

O início de tudo isso é abrir mão de coisas, perder a preguiça, tenha vontade, se disciplina e tenha as despesas registradas organizadamente. Utilizando aplicativos, planilhas eletrônicas ou mesmo o caderno de anotações, usados como sempre é usado. Essa é a melhor forma de saber quais são os gastos e, quanto que eles absorvem do seu salário.

Muitos aplicativos auxiliam e notificam como, quando e qual a operadora a usar o cartão de crédito.

Demonstrando as melhores taxas e as artimanhas que cada operadora de crédito usa para pegar os clientes.

Decidido a metodologia usada para controlar suas finanças, discrimine todas as entradas que possuí: salário, comissões, bônus, aluguel, extras. Exclua dessa análise orçamentária o 13° salário, o adicional de 1/3 de férias, participação dos lucros e etc. Como são entradas esporádicas, destina-as diretamente para uma aplicação financeira que renda uma lucratividade satisfatória para o mercado econômico que vivemos.

Caso esteja com dividas, a qual os juros são elevados e compromete significativamente a quitação futura. Destina-se esses recebimentos esporádicos para quitá-los, diminuído problemas financeiros para o exercício seguinte.

Na sequência, liste todas as despesas fixas, independente do mês, o valor permanecem inalterados: aluguel, prestação da casa própria, condomínio, mensalidade do carro, escola, faculdade, empréstimos que não compensava quitar, taxa de manutenção de conta corrente.

A partir de agora passe a listar as despesas variáveis, aquelas que variam o consumo, portanto em alguns casos até conseguimos economizar ou torna-se mais caro no mês, pois depende de variáveis econômica do país, são elas: água, luz, telefone, gás, combustível, mercado, medicamentos.

E ainda os gasto eventuais que ocorre no ano que não pode faltar no planejamento orçamentário familiar: IPTU, IPVA, seguro obrigatório, licenciamento, seguro particular da casa, do carro.

Das despesas fixas não pode esquecer o plano de saúde.

Para segurança, controle, garantia, guarde todos os comprovantes de pagamento, física ou eletronicamente.

Não pode esquecer dos gastos que muitos não participam porque infelizmente não podem, mas queriam, caso tenha deve fazer parte do registro no planejamento financeiro familiar: lazer, viagem, clube, academia.

E ainda o supérfluos: TV a cabo.

O pagamento da secretaria do lar e seus encargos ou diarista.

Ainda gasta eventualmente: manutenção da casa, do carro, roupas, sapatos.

Gastos com comidas, e lavagem dos animais que são os xodós das famílias.

Pronto, neste momento o orçamento está registrado. Fácil de ser observado, como ganha e gasta. Fácil de ser analisado.

Chegou a hora de fazer a leitura de sua vida financeira. Como está? Os resultados estão sendo apurado e está positivo ou negativo.

A partir desse momento e refletir, se os resultados estão negativos é hora de reverter essa situação, achar uma maneira para tornar-se positiva. Se estiver positiva o resultado, analisar aonde aplicar as reservas.

Para utilizar o princípio do conservadorismo contábil, comece analisando as contas:
Missão de todas as empresas: FAÇA O QUE PROMETE. E CUMPRA O QUE PROMETEU. 

Que pena, como os administradores públicos só aprenderam a negociação ganha e perda, ou seja, as ações deles é ganhar e do cidadão é perder. Veja bem: estão avaliando a reforma política, acabar com a doação particular, mas criar um fundo participativo políticos a qual estão avaliando um início de 3 bilhões e meio de Reais, aumento nos gastos públicos. Para isso quem pagará, nós, aumentando impostos, inicialmente no combustível, já se pensa em criar a faixa de 30 a 35% de imposto de renda. Veja diminuir gastos deles nada, para nós tudo.

#Wagner Luiz Marques. 11/02/2018.

#NOVAS #REGRAS DO #MEI - #MICRO #EMPRESA #INDIVIDUAL

MEI terá novas regras de enquadramento em 2018. Conheça

Simples Nacional prevê mudanças na permanência dos empreendedores nesse regime de tributação

04.12.2017 | AGÊNCIA SEBRAE DE NOTÍCIAS

SE O MEI EXTRAPOLOU OS 20% DO TETO, FATURANDO MAIS DE R$ 72 MIL, ELE PAGARÁ UM PERCENTUAL SOBRE O TOTAL DO VALOR EXCEDIDO (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Microempreendedores Individuais (MEI) devem estar atentos para as novas mudanças do Simples Nacional que entram em vigor no dia 1º de janeiro de 2018. Com o aumento do limite de faturamento do MEI para R$ 81 mil, os empreendedores que faturaram em 2017 entre R$ 60 mil e R$ 72 mil poderão optar pelo pagamento de uma multa sobre o excedente e permanecer enquadrados no mesmo regime tributário.

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Até este ano, um dos requisitos para ser MEI era faturar até R$ 60 mil. Porém, após a aprovação do Projeto de Lei 125/2015 – Crescer sem Medo, que prevê alterações no Simples Nacional, o limite anual de faturamento para adesão ao regime tributário do MEI passa para R$ 81 mil a partir de 1º de janeiro de 2018.

Entre as situações, está a do MEI que faturou até 20% acima do teto, ou seja, teve em 2017 uma receita de até R$ 72 mil. Nesse caso, ele poderá optar pelo pagamento de um percentual, variável de acordo com o setor de atuação, sobre a diferença do valor que excede R$ 60 mil, permanecendo automaticamente como MEI. “Ou seja, se o MEI faturou R$ 65 mil, irá pagar um percentual de 4% para as atividades ligadas ao setor de comércio, 4,5% para a indústria e 6% para os serviços, sobre a diferença de R$ 5 mil”, explica a analista do Sebrae Minas Viviane Soares.

No entanto, se o MEI extrapolou os 20% do teto – faturando mais de R$ 72 mil –, ele pagará um percentual sobre o total do valor excedido. “Se faturou R$ 75 mil, pagará os percentuais já citados sobre os mesmos R$ 75 mil. Nesse caso, a permanência dele como MEI não será automática. Terá de informar à Receita Federal, por meio do Portal do Simples Nacional, que pretende voltar a ser enquadrado como MEI”, informa a analista do Sebrae Minas.

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Mas, em qualquer das situações, o ideal é que o MEI que excedeu o teto válido até este ano (R$ 60 mil) procure um contador para avaliar a melhor decisão a ser tomada em relação ao regime tributário para o seu negócio. “Faturando mais, o empreendedor deve verificar se vale a pena continuar como MEI ou migrar para Microempresa. Por isso, a avaliação do contador é essencial”, justifica Viviane Soares.

Em caso de dúvidas, procure os Pontos de Atendimento do Sebrae Minas em sua cidade ou entre em contato com nossa Central de Atendimento, pelo telefone 0800 570 0800.